Na próxima terça-feira, 5/5, às 9h30min, na sala 101, haverá uma palestra com o jornalista esportivo de Zero Hora Diogo Olivier. A palestra é promovida pela RBS, com apoio do curso de Comunicação Social - Jornalismo, e faz parte de um evento simultâneo que irá ocorrer em todas as universidades gaúchas neste dia, em comemoração aos 45 anos do jornal. A palestra é aberta e tem previsão de encerramento às 11h.
Diogo Olivier Mello é jornalista formado pela Ufrgs em 1991. Atua como repórtes especial e colunista online de Zero Hora, além de integrar o programa de debates esportivos Sala de Domingo, da Rádio Gaúcha, e o Bate-Bola, na Tv Com. Foi jornalista político, mas nos últimos anos trabalha na editoira de Esportes. Enre os prêmios conquistados, estão o da Associação Riograndense de Imprensa (1999, 2001, 2002, 2005, 2007) e Prêmio Esso-Regional Sul ( 2006, este com outros colegas). Publicou Diário de Viagem ao Brasil Esquecido (1994, vários) e 10 reportagens esportivas (no prelo).
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quinta-feira, 30 de abril de 2009
quinta-feira, 23 de abril de 2009
Por uma plataforma cultural variada
Quando Lobão, na abertura dos trabalhos, admitiu que não sabia ao certo sobre o que iria falar e soltou: “ Vou ter que perceber vocês assim.. podemos falar de vários vieses.. “, confesso que me preocupei. Já nos minutos seguintes, minha primeira impressão deu lugar ao sentimento de que sairia de lá com informações interessantes - além de um repertório novo de palavrões.
João Luiz falou sobre música independente, racismo, relações políticas, ditadura, bolsa família. Disse que há no Brasil um culto à pobreza. Que não se quer acabar com ela, e sim, perpetuá-la: “É como um mendigo que coça a ferida, não deixa curar. Ele não quer deixar de receber esmola”, comparou.
Sobre internet, Lobão foi um dos primeiros a disponibilizar suas músicas na rede, em 1999. Mas reforçou que não é o bastante. “Tocar no Faustão e na rádio é politicamente necessário”. Citou o exemplo de Malu Magalhães, que tem 1 milhão de acessos no myspace mas, ao aparecer no Faustão, o público não a reconheceu.
Lobão critica modismos, mas quando todos acharam que "atacaria" o movimento emo, ele defendeu uma plataforma cultural variada, com espaço para todos. Saí de lá com a certeza de que contextualizo pouco e que até os reacionários um dia envelhecem e se rendem às políticas do mercado.
Lobão critica modismos, mas quando todos acharam que "atacaria" o movimento emo, ele defendeu uma plataforma cultural variada, com espaço para todos. Saí de lá com a certeza de que contextualizo pouco e que até os reacionários um dia envelhecem e se rendem às políticas do mercado.
quarta-feira, 25 de março de 2009
Enquete!
Moçada como ficou a nossa enquete da quinta passada? Vai ser colocada no blog?
E como vai ser amanhã? Vamos para o Lab primeiro e depois para a Palestra ou direto para o auditório?
E as fotos que foram tiradas na aula? Alguém está com elas?
Pra dividir com a galera: Vocês viram o novo Clicesportes.com.br da Rbs? Achei muito legal o novo layout. Bacana que a gente vê a importância que tem o Design de um site no jornalismo online.
Abraços!
E como vai ser amanhã? Vamos para o Lab primeiro e depois para a Palestra ou direto para o auditório?
E as fotos que foram tiradas na aula? Alguém está com elas?
Pra dividir com a galera: Vocês viram o novo Clicesportes.com.br da Rbs? Achei muito legal o novo layout. Bacana que a gente vê a importância que tem o Design de um site no jornalismo online.
Abraços!
sexta-feira, 20 de março de 2009
Palestra de volta às aulas

Olá, galera!
Se liguem: na próxima quinta-feira dia 26 de Março, tem a Palestra de Volta às Aulas, com o rapper MV BILL, nascido em Cidade de Deus, Rio de Janeiro.
Antes de se decidir pelo rap, Bill chegou a cantar um samba-enredo composto por seu pai na quadra de uma escola de samba. Mais tarde adotou a alcunha de MV (Mensageiro da Verdade) Bill.
Com letras marcadas pela denúncia social, lançou em 1998 o disco CDD Mandando Fechado pelo selo Zâmbia, relançado pela Natasha Records/BMG um ano depois com o título Traficando Informação. Ainda em 1999 participou do Free Jazz Festival, evento praticamente sem tradição com artistas de rap brasileiro da periferia, sem apoio da grande mídia. No concerto, MV Bill se apresentou com uma arma na cintura, que mais tarde afirmou ser de brinquedo.
Entre suas atitudes consideradas "extravagantes" estão o fato de só dar entrevistas na Cidade de Deus e de usar o pseudônimo Alex Pereira Barbosa como nome alternativo. Ficou ainda mais conhecido em 2000, ao estrelar uma campanha publicitária de televisão contra o vandalismo em telefones públicos.
Em 2001, ganhou o prêmio de Melhor Videoclipe de Rap por "Soldado do Morro" no Video Music Brasil. No ano seguinte, lançou o álbum Declaração de Guerra.
Ele é o autor, junto com Celso Athayde, do famoso livro e documentário Falcão - Meninos do Tráfico. O documentário é o mais famoso de sua carreira. Ele conta a história de dezessete meninos envolvidos com o tráfico de drogas e suas vidas em diversas favelas; dos dezessete, apenas um sobreviveu. O sucesso do livro resultou no álbum Falcão, O Bagulho é Doido lançado em 2006.
Como escritor, é autor também do livro Cabeça de Porco, lançado em 2005 e co-escrito por Celso Athayde e Luiz Eduardo Soares.
MV Bill também foi um dos fundadores da Central Única de Favelas, a CUFA, que é responsável por várias atividades sócio-educativas realizadas em várias favelas, entre elas a Liga Brasileira de Basquete de Rua.
Depois da brilhante contribuição do Jornalista da REVISTA Época Guilherme Fiuza, trazido à Universidade pelo Curso de Comunicação Social, no último dia 16 de Março, para abrilhantar a aula inaugural do Curso no 2009/1, fica o convite para todos participarem de mais esta promoção da universidade, que vem trazendo papos interessantes, culturais e interação entre nós acadêmicos!
VLW E ABRAÇOS À TODOS!
Se liguem: na próxima quinta-feira dia 26 de Março, tem a Palestra de Volta às Aulas, com o rapper MV BILL, nascido em Cidade de Deus, Rio de Janeiro.
Antes de se decidir pelo rap, Bill chegou a cantar um samba-enredo composto por seu pai na quadra de uma escola de samba. Mais tarde adotou a alcunha de MV (Mensageiro da Verdade) Bill.
Com letras marcadas pela denúncia social, lançou em 1998 o disco CDD Mandando Fechado pelo selo Zâmbia, relançado pela Natasha Records/BMG um ano depois com o título Traficando Informação. Ainda em 1999 participou do Free Jazz Festival, evento praticamente sem tradição com artistas de rap brasileiro da periferia, sem apoio da grande mídia. No concerto, MV Bill se apresentou com uma arma na cintura, que mais tarde afirmou ser de brinquedo.
Entre suas atitudes consideradas "extravagantes" estão o fato de só dar entrevistas na Cidade de Deus e de usar o pseudônimo Alex Pereira Barbosa como nome alternativo. Ficou ainda mais conhecido em 2000, ao estrelar uma campanha publicitária de televisão contra o vandalismo em telefones públicos.
Em 2001, ganhou o prêmio de Melhor Videoclipe de Rap por "Soldado do Morro" no Video Music Brasil. No ano seguinte, lançou o álbum Declaração de Guerra.
Ele é o autor, junto com Celso Athayde, do famoso livro e documentário Falcão - Meninos do Tráfico. O documentário é o mais famoso de sua carreira. Ele conta a história de dezessete meninos envolvidos com o tráfico de drogas e suas vidas em diversas favelas; dos dezessete, apenas um sobreviveu. O sucesso do livro resultou no álbum Falcão, O Bagulho é Doido lançado em 2006.
Como escritor, é autor também do livro Cabeça de Porco, lançado em 2005 e co-escrito por Celso Athayde e Luiz Eduardo Soares.
MV Bill também foi um dos fundadores da Central Única de Favelas, a CUFA, que é responsável por várias atividades sócio-educativas realizadas em várias favelas, entre elas a Liga Brasileira de Basquete de Rua.
Depois da brilhante contribuição do Jornalista da REVISTA Época Guilherme Fiuza, trazido à Universidade pelo Curso de Comunicação Social, no último dia 16 de Março, para abrilhantar a aula inaugural do Curso no 2009/1, fica o convite para todos participarem de mais esta promoção da universidade, que vem trazendo papos interessantes, culturais e interação entre nós acadêmicos!
VLW E ABRAÇOS À TODOS!
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segunda-feira, 2 de março de 2009
Guilherme Fiúza fará palestra e oficina na Unisc
Prestem atenção neste e-mail que recebi da coordenação, por relevante:"O Curso de Comunicação Social da Unisc convida a todos para a aula inaugural com o jornalista Guilherme Fiúza (foto) no dia 16 março, às 19 horas, no Anfiteatro do Direito.
Fiúza é jornalista da Revista Época e autor de vários livros, entre eles, "Meu nome não é Jonnhy", um livro-reportagem sobre a história de João Estrela, o playboy carioca que se tornou um dos traficantes mais famosos do país.
"Meu nome não é Jonnhy" virou filme de grande sucesso e a transposição da linguagem do livro-reportagem para o cinema será o tema da palestra do jornalista".
Há mais novidades sobre este mesmo assunto: neste mesmo dia, mas às 14h, haverá uma oficina com o Fiúza. As inscrições estarão abertas a partir do dia 03 de março na coordenação do curso. Vagas limitadas (15). Requisito para a oficina: ter lido o livro "Meu nome não é Jonnhy".
Eu aproveitaria.
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